
“Lembrem-se da Mulher de Ló”: Por que essa advertência ainda é urgente?
Jesus não desperdiçava palavras. Quando Ele dizia algo curto, era porque carregava um significado eterno. Entre todas as advertências registradas nos Evangelhos, uma se destaca pela sua simplicidade e profundidade: “Lembrem-se da mulher de Ló.”
Mas por que Jesus trouxe à memória uma personagem tão antiga?
O que essa mulher tem a ensinar à Igreja de hoje?
A mulher de Ló não morreu em Sodoma. Ela saiu. Caminhou. Obedeceu parcialmente. E, ainda assim, não alcançou o livramento completo. Seu erro não foi apenas olhar para trás, mas revelar que seu coração nunca havia se desprendido do que Deus estava julgando.
Essa história nos ensina que não basta começar a caminhada com Deus. É preciso caminhar com o coração inteiro. A fé dividida, a obediência negociada e a nostalgia espiritual são perigos silenciosos que ainda atingem muitos cristãos.
Vivemos em uma geração que deseja os benefícios do Reino, mas resiste às exigências do discipulado. Queremos salvação sem renúncia, graça sem arrependimento e fé sem perseverança. A advertência de Jesus confronta exatamente essa mentalidade.
A mulher de Ló representa todos aqueles que:
A Bíblia deixa claro: Deus é amor, mas também é justo. Sua paciência é oportunidade de arrependimento, não permissão para permanência no erro. O juízo nunca vem sem aviso, e a obediência nunca pode ser parcial.
Se você deseja crescer espiritualmente, amadurecer na fé e compreender como aplicar os alertas bíblicos à vida cotidiana, é fundamental estudar essas verdades com profundidade.
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